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28 DE JULHO – DIA MUNDIAL DAS HEPATITES VIRAIS

28/07/17 - 8:31:15 (Douglas Caetano)
Alterado em: 31/12/69 às 18:00:00 por

O Laboratório de Análises Clínicas do Ciscopar realizou uma campanha para enfatizar a importância da imunização contra o vírus da Hepatite B. Analisamos 900 profissionais da área da saúde, através do marcador Anti-HBs, alcançando as Secretarias de Saúde dos 18 municípios pertencentes ao Consórcio. Com isso, descobrimos quem está imune ou não à doença.

Os resultados mostraram que 83% dos profissionais de saúde já estão imunizados contra o vírus da Hepatite B, seja pela doença adquirida, seja pela vacinação.

De acordo com o relatório da OMS sobre hepatite global, a hepatite viral causou 1.34 milhões de óbitos em 2015, um número comparável à tuberculose e superior ao HIV. Embora a mortalidade causada pela tuberculose e pelo HIV esteja diminuindo, o número de óbitos por hepatite viral está aumentando.

 Em maio de 2016, 194 governos adotaram a primeira Estratégia do Setor de Saúde Global (GHSS) sobre a hepatite viral: "Para o fim da hepatite viral, 2016-2020". Seu objetivo é eliminar a hepatite viral, com foco especial na hepatite B e C, como uma grande ameaça para a saúde pública até 2030, reduzindo as novas infecções em 90% e a mortalidade em 65%.

O tema da campanha do Dia Mundial da Hepatite 2017 é acelerar o progresso no sentido da eliminação da hepatite. 

Maior acesso a testes e tratamento

Em 2015, apenas 9% de pessoas infectadas com HBV e 20% de pessoas infectadas com HCV foram diagnosticadas. 325 milhões de pessoas vivem com hepatite viral. No entanto, menos de 1% tem acesso ao tratamento.


Vacina: Atualmente, o Sistema Único de Saúde disponibiliza gratuitamente vacina contra a hepatite B em qualquer posto de saúde. Mas, é necessário: ter até 49 anos, 11 meses e 29 dias (veja notas técnicas 01/2012, 89/2010 e 02/2013); pertencer ao grupo de maior vulnerabilidade (independentemente da idade) - gestantes, trabalhadores da saúde, bombeiros, policiais, manicures, populações indígenas, doadores de sangue, homosexuais, travestis e transexuais, profissionais do sexo, usuários de drogas, portadores de DST.

A imunização só é efetiva quando se toma as três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose.